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Primeiro e Único
Autora: Emily Giffin
Editora: Novo Conceito
Gênero: Literatura Estrangeira / Romance
Páginas: 448
Sinopse: Skoob
Avaliação:
Oi gente, tudo bem?
Pela primeira vez eu li algo escrito por Emily Giffin. Não sei se isso já aconteceu com vocês, mas eu tenho alguns livros dela na estante que comprei por impulso e nunca li, mas, mesmo assim, continuava comprando mais dos seus livros porque tinha uma certeza que iria gostar. Quando apareceu Primeiro e Único para ler em parceria com a Editora Novo Conceito, achei que era chegada a hora de, finalmente, conhecer a escrita da autora.
Iniciei a leitura sem muitas expectativas, para falar a verdade, comecei a ler já imaginando que não iria gostar da história. Minhas amigas que já tinham lido me falaram que esse era o pior livro dela e que acharam chato, fazendo com que eu lesse sem esperar muito.
Mas, preciso dizer que o livro foi uma agradável surpresa. É o pior que Emily Giffin já escreveu? Não sei, pois é o primeiro que eu li. É ruim? Definitivamente, não! Pelo menos na minha opinião.
Shea é uma mulher solteira de 33 anos que só tem um grande amor na vida: o time de futebol americano da sua universidade. Por ser melhor amiga de Lucy, filha do treinador, desde sempre, Shea cresceu aprendendo as regras do esporte, convivendo com os jogadores, acompanhando os jogos. Ao escolher uma faculdade para cursar, não pensou duas vezes, seria a Walker, ao escolher uma profissão, claro que seria trabalhar na universidade, no setor esportivo. Ninguém sabia mais da história do futebol americano do que Shea e ninguém amava o time da Walker tanto quanto ela, talvez só o treinador Clive Carr.
Com a morte da Sra. Carr, esposa do treinador, Shea passou a ser um suporte a mais para sua amiga Lucy que sempre esteve ao seu lado em todas a etapas da vida. O amor pelo futebol americano também fez com que Shea se aproximasse cada vez mais do treinador Carr que, usando os seus contatos, conseguiu um emprego para Shea como repórter esportiva de um dos maiores jornais da região, o Dallas Post.
O novo emprego fez com que Shea se aproximasse ainda mais do treinador Carr, pois precisava cobrir todos os jogos, fazendo com que a admiração que ela sempre sentiu por ele aumentasse ao ponto de deixá-la confusa, ao mesmo tempo em que o seu relacionamento com o melhor quaterback da liga nacional de futebol, Ryan James, se tornava cada vez mais sério.
Eu entendo porque as minhas amigas não curtiram tanto o livro, Emily Giffin fala bastante sobre futebol americano durante as quase 500 páginas, mas eu achei que todas as explicações enriqueceram o enredo, principalmente para nós, que não somos muitos íntimos desse esporte. As excessivas explicações (que, na maior parte das vezes eu não achei cansativas) serviram para nos inteirar e nos englobar nesse mundo do esporte universitário, onde jovens da High School são recrutados para estudarem nas melhores (e mais caras) faculdades americanas com bolsas de estudo e para jogarem pelos times de cada universidade. Já acompanhei muito esse mundo do esporte americano em todos aqueles filmes que passam de novo e de novo na televisão e que a gente nunca cansa! Rsss! (Ok, só um pouquinho). Quem aqui se lembra do Pequeno Grande Time? Estou denunciando a minha idade? Rsss!
Alguns errinhos de digitação me saltaram aos olhos e eu não posso deixar de comentar aqui. Vi mais de uma vez, em diferentes páginas, mas nada que tirasse o sentido ou o entendimento da frase.
Com a leitura percebi que não importa se outras pessoas não curtiram tanto aquele livro que você está para começar, vá sem preconceitos e sem esperar o pior da história, você pode se surpreender.
No final da leitura você vai se sentir quase uma expert em futebol americano e com certeza estará torcendo para que Shea finalmente encontre a felicidade, perto ou longe da Walker. Para mim, adicione a vontade de ler os outros livros da autora que estão empacados na minha estante.
Alguém já leu Primeiro e Único ou outro livro de Emily Giffin? Qual é o seu preferido?
Espero que gostem!
Com carinho,







